Terça-feira, 30 de Novembro de 2010
CAVACO? NÃO, POR FAVOR!

A política do betão. As parcerias público/privadas. A venda ao desbarato das posições do Estado em empresas de monopólio natural. Os amigos do BPN.

Toda esta situação começou quando Cavaco subiu ao poder como 1º. Ministro. Onde está essa competência?!Como P.R., sempre que veio falar ao País só saiu churrilho de asneiras e ideias retrógradas.

Os comentadores televisivos e economistas que o apoiam são, quase todos correlegionários seus que já passaram por órgãos de poder a seu mando e apenas nos têm conduzido a esta situação.

Querem mais? É para bater no fundo? O seu delfim já diz que não se importa de governar com o FMI. Governar com o FMI é suspender a democracia como queria a Ferreira Leite.

Com estes "amigos", estamos feitos! Para este peditório, o pessoal já deu.

Cavaco, Dias Loureiro e outros que tais? Não, por favor.



publicado por livrecomoovento às 12:41
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Segunda-feira, 29 de Novembro de 2010
A CRISE, O ORÇAMENTO E O FMI

Ao contrário do que nos tentam constantemente impingir, não se pode dissociar a política da economia, nem esta das finanças.

A principal crise instalada é a crise política, porque é por essa via, a via das respectivas opções e das vontades políticas, que se desenvolve a economia. A crise instalou-se num pântano político em que PS e PSD juntaram as suas mais refinadas malfeitorias financeiras para justificarem sempre a pior solução económica. Não se tributam mais-valias porque o PSD não quer, diz o PS. Não se apresentam contas do BPN, diz o PSD, porque o PS não quer que se saiba das contas do banco dos amigos de Cavaco e do PSD gerido agora pelo PS. Como disse um deputado na Assembleia da República: “A orquestra do Titanic toca majestosamente enquanto o barco vai ao fundo”.

O sistema financeiro deveria proporcionar meios ao investimento económico de forma a dinamizá-lo, criar postos de trabalho, gerar mais-valias e recompensar o esforço de quem trabalha. Só a dinamização e o incremento do investimento na economia reprodutiva permite ao Estado uma forma justa de arrecadar impostos sobre os lucros produzidos.

É esta receita do Estado que faculta o seu funcionamento e a possibilidade de todos nós, em pé de igualdade, podermos beneficiar da educação, da saúde e de outras pedras basilares da democracia, dignificadoras da humanidade.

É por isso que impostos como o IRS e IRC são impostos justos, porque visam redistribuir a riqueza, tributando escalonadamente as retribuições mais elevadas e os lucros gerados pelo investimento económico. Ao invés, o IVA é um imposto injusto, porque obriga a pagar, por igual, quem mais pode e quem já nada pode. O seu aumento penaliza sempre quem menos tem.

Vive-se uma criminosa inversão de valores. Com a política da acumulação infindável de lucros, a economia foi, não financiada, mas sim financeirizada. Assiste-se então ao constante sonegar do produto do trabalho em prol da criação fictícia de disponibilidades financeiras, gerando dinheiro a partir do nada, vendendo, no mercado de capitais, obrigações e fundos de coisa nenhuma que os mais incautos compram com promessas de ganhos fáceis e a curto prazo.

“Quando a esmola é grande, até o Santo desconfia”. Mas a tentação do lucro fácil, instigado pela publicidade enganosa do sistema financeiro, é mais forte que a racionalidade e, assim se “rapam” as pequenas poupanças, muitas delas, amealhadas com sangue suor e lágrimas. Assim aparecem depois os “buracos financeiros” nos bancos, cujo produto já voou para os paraísos fiscais, e nós voltamos a pagar com a subida do IVA, com os “cortes” na saúde e na educação; com os “cortes” nos salários e nas pensões.

E o governo não tem uma palavra nem uma atitude para os causadores, que são ao mesmo tempo os beneficiários da crise. A PT antecipa o pagamento de dividendos para que os accionistas embolsem 260 milhões de impostos, e o ministro das finanças desmente o primeiro-ministro para que tudo fique na mesma. Ricardo Salgado embolsa 80 milhões em dividendos para não pagar impostos, Vasco de Mello 57 milhões, Américo Amorim 39 milhões, Soares dos Santos 64 milhões, a bolsa distribui 818 milhões em dividendos que ficam com a certeza de não pagar impostos, e o governo aplaude esta consolidação orçamental em que a especulação é premiada. O contribuinte sabe agora qual é a lei Sócrates: pagarás imposto para que o governo pague a quem especula contra a economia portuguesa.

Ao apresentar o Orçamento de Estado, o Primeiro-Ministro garantiu que ele salvaria o país da pressão internacional, que recuperaria a economia e que restabeleceria a confiança no momento da crise mais grave que vivemos nos últimos trinta anos.

Crise política é este Orçamento e a sua conivência com um PSD que, segundo as suas próprias palavras, quer destruir o Estado Social; o governo juntou-se-lhe então para tirar 1000 milhões de euros aos salários, 1000 milhões aos apoios sociais e 500 milhões à saúde. Destruir o Estado social é agora o lema do PS, e com que zelo o aplica.

Fazer um Orçamento para acalmar os mercados é, como estamos a ver, uma imensa falcatrua. Não só não tem nenhum efeito sobre os juros da divida, que continuam a subir todos os dias, como é uma decisão errática, sem rumo e que agrava as fraquezas da economia nacional.

Este Orçamento é por isso um convite ao FMI. Porque destrói a economia, como quer o FMI. Porque aumenta impostos, como quer o FMI. Porque cria desemprego, como quer o FMI. Porque a bancarrota é a solução FMI, e é a bancarrota que se está a ensaiar com este orçamento.



publicado por livrecomoovento às 01:44
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Quarta-feira, 24 de Novembro de 2010
PLANO E ORÇAMENTO (ii)

Perguntas que eu fiz e não estou satisfeito com as respostas

 

Agricultura e Florestas


1.-Valorização e Qualificação Profissional.

A diversificação agricola é um desafio urgente.

Então,

-Porque não há uma referência específica à formação que fomente esta área da diversificação agrícola?

 

2.-E, por falar em diversificação agrícola;

São feitas referências à beterraba, ao tabaco, ao mel e à vinha.

-Porque não a fruticultura, a horticultura e floricultura; actividades complementares ao investimento turístico?

 



publicado por livrecomoovento às 20:19
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NOVIDADE!!!

O deputado José San-Bento considera-se contra-revolucionário.

Renegou as suas convicções.

Temos pena...



publicado por livrecomoovento às 18:16
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PLANO E ORÇAMENTO (i)

Perguntas que eu fiz e não estou satisfeito com as respostas

 

Ciência, Tecnologia e Equipamentos

1.-Não vimos qualquer referência ao levantamento e enquadramento de condicionantes técnicos para a introdução de sistemas e aplicações de "software livre" nos Serviços da Administração Pública Regional.

-Para quando este programa?

-Porque não é referida a criação de serviços de apoio técnico e aconselhamento à sua implementação?

 

2.-Passe Social

-Qual é a real situação do passe social? Antes era em Setembro; agora é em Janeiro; Que se passa?

-Os transportes colectivos na ilha das Flores foram orçados em 500.000,00€; a nova rubrica do orçamento contempla 491.540,00€, para toda a Região. A que se destina esta verba?

 

Economia

1.-Campanhas publicitárias/Promoção turística

-Em 2010 foram orçamentados 9.800.000,00€

-Para 2011 constam 21.308.042,00€

Porquê este aumento? E, a que se destina?

 

2.-Transportes

É consensual, entre o Governo e operadores que o aluguer de navios é mais caro que a sua aquisição.

Há muito que está prometido um Plano Integrado de Transportes nas suas diversas vertentes.

Quando pretende o Governo apresentar este Plano Integrado?



publicado por livrecomoovento às 13:41
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Segunda-feira, 15 de Novembro de 2010
PAPÕES E MERCADOS, FANTASMAS E ESTABILIDADE

Na meninice da maioria de todos nós era habitual “meterem-nos medo com os papões”. Ora esses ditos eram umas personalidades escondidas nos sótãos e atrás das portas, mas que, a qualquer momento nos podiam engolir num “abrir e fechar de olhos”. “Por isso, meus meninos, vamos lá a ser bonzinhos, comer a sopinha toda, obedecer ao paizinho e à mãezinha, não dizer “nomes feios”, fazer tudo como o Senhor Padre diz e não faltar à catequese”.

Era assim que nos educavam, na paz do terror, numa tentativa de evitar “carolos”, “puxões de orelhas” e algumas “taponas” nos mais descarados. Mesmo assim, era quase impossível evitar o vime de marmeleiro nas pernas dos “espertinhos” e uma “surr(e)ada”, com o lado da fivela do cinto, “pelo lombo abaixo”, quando, mais crescidotes, teimavam em ser desobedientes e corriam o perigo de se tornar em “bandidos”.

Agora, porque já não acreditamos nos tais “papões”, inventaram uma nova forma de nos aterrorizar; passaram a chamar-lhes “mercados”. A princípio foi uma grande confusão nalgumas das nossas cabeças, habituadas a associar a palavra ao conceito do sítio onde se podem comprar as couves, a fruta e até mesmo o peixe, fresquinhos, vindos directamente da terra do produtor e da lancha do pescador.

Mas, afinal, mercados, são as tais criaturas escondidas que, a qualquer momento, continuam a nos poder engolir, bastando para tal alterar a taxa de juro e “mexer” no nível do “rating”. Quando falam em juro, nós percebemos, porque sabemos o quanto nos vão tramar com o aumento da prestação da casa. Porém, essa do “rating” é que nos deixa mesmo preocupados por não termos bem a certeza do que possa representar para o futuro.

Era hábito dizer-se que, nesta vida, andava meio mundo a enganar o outro meio mundo. Tal já não é verdade. A parte que engana é cada vez menor, mas como açambarcou mais poder, mantém aterrorizada a parte cada vez maior. Talvez seja por isso que já não é necessário inventar alternativas aos “puxões de orelhas”, ao vime e à fivela do cinto para “domar” os mais casmurros, teimosos e malcriados. Esses, cada vez mais se diluem na massa amorfa que reclama, mas nada faz, aterrorizada, sem coragem, apenas na esperança que outros o façam.

Cá para mim, “papões” e “mercados”, não passam de autênticos “mamões” que descobriram novas formas de nos manter no terror pela ignorância. Cabe-nos a missão de ser corajosos, arrojados e irreverentes, mas eficazmente responsáveis pelos nossos destinos.

Se, em relação aos “papões”, nos tentavam “meter medo”, quando se tratava de fantasmas incutiam-nos a ideia de que eles só existiam na nossa cabeça. “É a imaginação do menino que inventa essas coisas”. São pensamentos que nos acompanham, preocupações que nos fazem “ver coisas”. O que me parece estranho é o facto de, antes, nos quererem demover desses delírios e, agora, nos tentarem impingir essas criaturas invisíveis a que deram um novo nome: Estabilidade.

Então, tudo se faz em nome do fantasma da estabilidade. Cortes orçamentais na saúde, em nome do fantasma estabilidade. Congelamento de salários, em nome do fantasma estabilidade. Cortes nas pensões de miséria, em nome do fantasma estabilidade. Cancelamento de investimentos públicos, em nome do fantasma estabilidade. (Tudo…), em nome do fantasma estabilidade.

Mas afinal quem é esta criatura invisível e a quem serve? À maioria de quem trabalha e vive do seu salário, ou quem sempre trabalhou e vive apenas da sua reforma, não é de certeza porque estes sentem que a sua vida está cada vez mais instável e o seu futuro muito incerto. Restam os que são, cada vez em menor número, mas cada vez mais poderosos. No entanto, estes não têm medo de “papões” nem acreditam em fantasmas. São os beneficiários do “mercado” e da “estabilidade”.



publicado por livrecomoovento às 10:37
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Quinta-feira, 11 de Novembro de 2010
AFINAL, QUEM É E O QUE REPRESENTA CAVACO?

 O orçamento de Cavaco Silva para as Presidenciais ascende a 2 milhões de Euros, mais do que qualquer outro dos três candidatos anunciados.

Afinal, quanto custa a campanha de Cavaco Silva? Quem são os seus financiadores? Em 2006 Oliveira e Costa, foi quem mais donativos deu para a Campanha de Cavaco Silva, o equivalente ...ao donativo máximo previsto por Lei. 

João Rendeiro, o homem que levou o BPP à falência, foi outro dos financiadores.

Eduardo Catroga foi, também, outro dos financiadores; esse homem polivalente que negoceia Orçamentos e financia campanhas para a Presidência da República: deu 5 mil Euros para a Campanha de Cavaco Silva em 2006.

A Lei eleitoral determina que os financiadores só serão conhecidos depois das eleições, depois do Presidente eleito.

Em termos de remunerações, Cavaco Silva aufere duas pensões, acumulando ainda com essas duas reformas o salário do Presidente de República, totalizando mais de 12 mil Euros por mês.

Afinal, quanto custa Cavaco Silva ao nosso país, esse homem que fala tão pouco a ponto de ninguém saber quem é e quem financia as suas campanhas?

Custou-nos 4 mil milhões....



publicado por livrecomoovento às 11:56
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Quarta-feira, 3 de Novembro de 2010
POR FALAR EM DESPESISMO...

Vejamos o estudo do prof Caldeira Cabral e do prof Ricardo Reis, que dizem:
O PSD foi o partido que mais contribuiu para o aumento da despesa, do défice e do peso do Estado na Economia.
Mas, é claro que o PS também ajudou.

1.Sá Carneiro recebeu 23,11% de despesa pública. Deixou 33,5%. (Dê-se de barato que tudo estaria por fazer).

2. Pinto Balsemão deixou 36,5%

3. Bloco Central deixou 38,8%

4. Cavaco deixou 42,8%

5. Guterres deixou 44,4%

6. Durão deixou 45,8%

7. Santana deixou 46,4%

8. Sócrates (2009) deixou 47,8%

Agora poderá dizer-se com algum à vontade que quem pode é que brinca com os números.

É que há cada brincalhão !!



publicado por livrecomoovento às 14:24
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Terça-feira, 2 de Novembro de 2010
ARROGÂNCIA, PRESUNÇÃO E CONVENCIMENTO

O Triunvirato que nos desgraça

À arrogância de José Sócrates, juntou-se a presunção de Passos Coelho. Foi então que surgiram os PEC. Mas como um caldeirão não se equilibra apenas em dois pés, faltava o convencido Cavaco Silva para apadrinhar a viabilização do Orçamento. Não que a sua magistratura de influência tivesse qualquer importância determinante, uma vez que o desfecho já estava decidido, mas porque interessava iniciar a campanha eleitoral da sua recandidatura.

É assim que se jogam os interesses pessoais, mantendo o País suspenso dum final pré anunciado, mas sempre tacitamente adiado. O argumento desta novela, baseado nos da TVI em que, quando tudo parece estar bem, surge sempre um imprevisto que impede os amantes de ficar juntos, contou também com um “padrinho” que, sensibilizado com o sentimento genuíno das promessas de amor eterno, resolve abençoar esta união.

Triste figura fez Cavaco Silva na sua comunicação. Os auto-elogios, o se “não fosse eu e a minha magistratura de influência”, como se fosse o Salvador da Pátria. Infelizmente, os portugueses continuam à espera do D. Sebastião que nunca virá, para gáudio de meia dúzia de famílias que, desde o século XVIII, se tornaram os donos de Portugal.

Que grande sentido de estadista! Nada de novo para quem ainda se lembre de que fez parar o País, suspenso das suas declarações sobre o Estatuto Político Administrativo da Região Autónoma dos Açores quando, afinal, “a montanha pariu um rato”.

Esperava-se, sim, que esse estadista, economista de renome, tivesse utilizado esse seu estatuto político bem como a de suposta autoridade económica e financeira para, no exterior, junto dos seus homólogos, transmitisse confiança em Portugal e na sua capacidade de recuperação económica. Mas, não. Não foi por aí. Ajoelhou-se perante as exigências da oligarquia financeira alemã e preferiu desferir golpes para dentro como se quem trabalha e contribui com os seus impostos para manter o financiamento do Estado tivesse culpa da actual situação.

A novela vai ter novos capítulos, agora, com a discussão do Orçamento de Estado na especialidade. Os comentadores políticos e económicos, a maior parte dos quais, responsáveis em governos que nos conduziram a esta situação, jogam o protagonismo de quem vai inventar a medida “milagrosa” que resolverá o diferendo dos 500 milhões de euros quando, à partida, se sabe que PS e PSD apontarão, ora para a saúde, ora para a educação para chegarem à conclusão que o melhor será cortar nos dois.

Não falarão nos 540 milhões em consultorias técnicas e jurídicas não justificadas. Não falarão nos 300 milhões gastos com fundações, institutos e empresas municipais supérfluas. Falarão, mas sem pôr em causa os 1.000 milhões dos submarinos. Não falarão na renegociação das contrapartidas pela aquisição de equipamentos militares, perante a não execução de 2.300 milhões. Irão ignorar a não tributação sobre as mais-valias urbanísticas onde se perderam, em 2010, cerca de 1.000 milhões. Fugirão a discutir o não pagamento, pela PT, do IRC sobre a mais-valia da venda da “VIVO” que ascenderia a mais de 1.000 milhões. Não falarão destas, entre muitas outras. Aqui, PS, PSD e Cavaco Silva estarão de acordo na omissão.

O PSD invocará o despesismo com as parcerias público privadas quando foi o próprio Cavaco Silva, enquanto 1º Ministro, que as introduziu em Portugal, Manuela Ferreira Leite generalizou e o PS de Sócrates abusou. Ou já se esqueceram do escândalo da LUSOPONTE e as promiscuidades de Ferreira do Amaral? As SCUT? Domingos Névoa e o caso BRAGAPARQUES? O Parque de Contentores e o tráfico de influências com Jorge Coelho e a MOTA-ENGIL? António Mexia e os seus ordenados e prémios escandalosos? O caso “Face Oculta” do sucateiro, Armando Vara e o Exército? Dias Loureiro e o buraco financeiro do BPN?

É nestes assuntos que os portugueses gostariam que se tocasse, esclarecesse e cortasse. Mas, não, aqui não porque estão a mexer com os amigos e as famílias que são donas deste País. Porém, é aqui que está o dinheiro que nos faz falta para equilibrar as finanças e relançar a economia.



publicado por livrecomoovento às 00:45
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